Gosto de sorrir não gosto de barulho gosto de gatos não gosto de castanho gosto do cheiro a maresia gosto de chocolate gosto de brincar não gosto de esperar gosto de ouvir os passarinhos gosto do silêncio gosto de kizomba não gosto de intrigas gosto.... depois vou acrescentando mais
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Poesia musica dança jardinagem
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"OBSTINAÇÃO" Despedaço assim a aridez dos olhos para que as impurezas se diluam. Assim… como ondas que desfalecem no berço de cada sílaba a aninhar rios de lucidez. Pela ultima vez… Reescrevo a minha teimosia Em delírios exangues
Minha querida amiga. Ter a São como amiga e ter-te a ti... é uma honra! São pessoas com a tua generosidade que nos engrandecem. A amizade é o mais belo sentimento que existe e partilhá-la acalenta o nosso coração. Bjs e bom fim de semana! Vóny Ferreira
Olá Rosa, venho fazer companhia à nossa Sãozita e...
A autora Vóny Ferreira e a Editora Mosaico de Palavras, têm a honra de convidar V. Exas. a estar presente na sessão de lançamento do livro “CASCATA DE SÍLABAS, livro de poesia e prosa, que terá lugar no próximo dia 6 de Junho, pelas 15.30 horas, na Biblioteca de Leiria (Terreiro) que fica na parte velha da cidade de Leiria.
Prefaciado e apresentado pela Doutora Goreti Dias. Poemas declamados pelo Poeta Dionísio Dinis
“…Nos seus textos, a linguagem poética e criadora pode veicular a ilusão de que escreve para si mesma como forma de amenizar alguma da sua dor, contar o que a sua alma vive, ou os seus anseios. A intensidade com que afirma: “Quero, quero colher glicínias nos muros altos, as rosas secas do Outono. Trazê-las num molho colorido, silvestre, que te mostrem os resíduos do vento” traça a morada da poetisa no seu poema. “ Sou um Poema/Não tenho rosto… Não tenho mãos/ Não tenho boca” ; “Ando à procura de mim em tudo o que escrevo”, “A gramática arde-me no peito como ferida aberta”. Sem querer atribuir-se à escritora uma intenção de criar em nós o mesmo desejo, ela acaba por o atingir. De alguma forma, quem lê procura sempre encontrar nas escritas dos outros a expressão para os seus sentimentos. A autora consegue fazer nascer nos seus leitores um tempo-espaço e um sentir-o-mesmo em sintonia com o seu sujeito poético. Se lhe lemos uma vontade forte e decidida “ de renascer… para te amar”, patenteia-se aos nossos olhos o inevitável nascer ou renascer do nosso anseio tornado igual. “No irrealismo dos sonhos” e na “ linha transversal a delinear os meus sonhos” a poetisa torna-se mensageira das dissonâncias da alma, da vontade de olhar para além das palavras e do limite do eu. A consciência do eu poético permite-lhe afirmar: “ Um dia hei-de ser capaz de me agarrar às asas de uma águia e voar com ela”... (Goreti Dias)
Desculpe a ousadia mas gostaria de o convidar para o lançamento do meu livro.
A autora Conceição Bernardino e a Editora Mosaico de Palavras, têm a honra de convidar V.Exas. a estar presente na sessão de lançamento do livro “Linhas Incertas”, que terá lugar no próximo dia 30 de Maio, pelas 15.00 horas, na Casa Museu Teixeira Lopes, na Rua Teixeira Lopes, 32 – V.N.G (perto da Câmara de Gaia).
Prefaciado pela Doutora Goreti Dias
Os textos de Conceição Bernardino não escapam à descoberta de um determinado ponto de vista, ou seja, ao inevitável pressuposto de um sujeito, já que não existe uma análise absolutamente neutra, sem indivíduo. Cada poema é uma situação de comunicação em que a subjectividade dá lugar à apresentação claramente incisiva de alguém que gira nas esferas de valores observadas e colhidas na sociedade, ciência, moral e arte, a reflexão de um acto de conhecimento da autora em contacto com o mundo real, as suas injustiças, guerras e desamores. (…)
A poesia de “Linhas incertas” tem uma força imagética que nos roça a pele e penetra a carne, uma magnitude que, poesia dentro, se faz a cada verso mais crua, mais real. A presença de predadores na esquina dos desprevenidos, dos simples e dos desprotegidos! Da passividade à actividade, o sujeito da enunciação instiga “Crentes do nada, do vazio, levantai a cruz,/que a morte cala todos os dias...” em “ Sexta-feira Santa”; as palavras oferecem-se à partilha da dor: “Sou um pedaço de carne/que atiram aos cães”, em “Retirem-me estes cadeados”.
A apresentação da obra será feita pela escritora Rosa Maria Anselmo
No próximo dia 7 de Fevereiro, no Auditório da Câmara Municipal da Amadora, pelas 15.30 horas, vai ser o lançamento do meu livro de poesia "Amar-te em Silêncio", com a chancela da Edium Editores.
Serão declamados poemas por Dionísio Dinis, gentilmente cedido pelo EscritArtes e serão interpretados alguns temas pelo músico Bruno Rocha.
Se puderes aparece :)
Beijinhos