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Quer editar do seu livro? Ministério da Poesia 2009- Procuram-se escritores- mais informações em: www.worldartfriends.com - inscrições até 31 de Julho de 2009
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www.worldartfriends.com Ministério da Poesia 2009 Procuram-se Escritores e Poetas! Encontram-se abertas as inscrições. Quer editar o seu livro? Quer editar os seus poemas? Envie 30 a 50 Poemas, em "Word", tamanho 12. Para: ministeriodapoesia2009@gmail.com Junto envie também os seus dados pessoais: nome completo, morada, profissão, idade, email e telefone. Inscrições até 31 de Julho de 2009. Inscrições abertas a poetas de todo o mundo. Os resultados serão divulgados em www.worldartfriends.com durante o mês de Agosto de 2009. Os livros escolhidos para publicação serão editados em Setembro de 2009. Poderá ser um dos escolhidos para editar a sua poesia em livro em papel e em ebook. Este é no momento a iniciativa que mais livros de Poesia tem editado em Portugal. No Ministério da Poesia de 2008 foram editados um total de 50 novos livros de 50 poetas. P.S. Dada a afluência de livros a concurso (Já nos chegaram mais de 270 obras literárias), este ano iremos prolongar a iniciativa e haverão vários "Ministros da Poesia".
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www.corposeditora.com A corposeditora foi fundada em 6 de Maio de 2000, por Ex-Ricardo dePinho Teixeira e Adriana Pereira. Enquanto editora literaria editou cerca de 300 obras, essencialmente de Jovens autores. O nosso dominio editorial estende-se desde a Poesia, ao Livro infantil, passando pela Prosa e pela Fotografia. Promovemos tambem o teatro, a fotografia e as mais diversas artes. Apostamos na interaccao entre as mais variadas expressoes artisticas. De a uma ano a esta parte tornamo-nos tambem em editora discografica, tendo ate ao momento editado 10 Cd s. Para mais informacoes consultem o nosso site: www.corposeditora.com Corposeditora is a book publisher since the year 2000. Created by Ex-Ricardo dePinho Teixeira and Adriana Pereira, it has published over 300 titles, dedicating a considerable part to new authors. We published various themes from poetry to children stories. We also developt projects involving theater, photography and other artist areas. Last year we started our own music label, Corposmusica, and have released 4 albuns and are currently working on many more. For more information please visit our website: www.corposeditora.com

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Nov 22 4:29 AM
Carla says:
 
Lágrima

Não chores
ó lágrima perdida
não inventes uma dor
olha à volta
a tua vida
e aspira um grande amor
Ó lágrima não
corras o rosto
abre a porta ao coração
não afastes o sol posto
reinventa uma paixão
Sê firme ó lágrima perdida
Sê forte
Sê sentida
não chores
só por chorar
não sejas tão distraída
 
Sep 23 9:29 AM
 
Aqui é que não Sou
Neste cais onde me deixaram
Como mercadoria
Digam que me viram pelas ruas
Dizendo palavras e gestos
Que tenho 1.70 m de altura
E cabelos pretos
Digam tudo o que quiserem
A favor da física
Que a minha única física
Sou eu e um barco nas águas
Correndo no peito de transeuntes
Porque há pontos em mim intocáveis
Eu Sou o ali de possibilidades
Da confluência dos rios e dos mares
Nos meus braços
Eu sou sempre eu e tu de coisas amplas
A roçar o cimo das árvores.


manuel feliciano
 
Sep 23 8:56 AM
Danda says:
 
Terminei de digitar o Meu Livro, sou a Danda, Queria 1 ajudinha. O que faço agora??? direitos de autor, certo???'Porfavor, respondam ao meu recado, admito que sou 1 talênto desperdiçado se não editar. Aguardo resposta. ass; Sandra Freixo
 
Sep 22 10:33 PM
 
Semear Sonhos

Este ódio que me semeaste...
num fruto que amadureceu...
este ódio que me marcas-te...
numa tatuagem que desapareceu.
olha nos meus olhos...
verás cada lágrima da minha dor...
lágrimas que declarei ao mar...
nas minhas tenebrosas noites de pranto.
olha nos meus olhos...
e verás que o ódio acabou de partir...
e que o sonho está a surgir...
olha...
olha bem nos meus olhos...
...
olha...
perde-te no meu olhar...
porque da semente que semeaste...
em rosas negras transformei...
para o luto das brumas das trevas...
agora...
semeio sonhos...
perco-me no olhar...
de outro olhar...
perco-me nos sonhos...
de outros sonhos...
e incalculavelmente...
não te esqueço...
mas perco-me...
irresistivelmente perco-me...
e também eu...
sonho.

By Alexander The Poet
http://domitor.hi5.com



Divulguem este mail pelos amigos dos amigos e amigos dos vossos amigos...
Novo Projecto Tecnológico lançado por mim:
...Criação de um novo sistema operativo e Português...
Divulguem porque para qualquer programador e informático pode ser a oportunidade de fazerem algo que os vai colocar na história e ficar com um curriculo brilhante.
http://www.domitorso.com



Há mais de um ano tenho tentado entrar pelos vossos mundos perfumando-os com alguma da magia que me é possível produzir em meia duzia de linhas...
Agora e depois de muito pedido por vocês vou realizar um sonho : Editar o Livro "Quimeras Desconcertantes - Amar, Sonhar... Viver."
Em troca destes anos todos espero contar com a vossa presença na sessão de Apresentação do meu Livro.
A apresentação ficará a cargo do Nuno da Câmara Pereira que também foi o escritor do prefácio do meu livro.
Os lucros autoriais serão inteiramente doados à Liga Portuguesa contra o Cancro.
Por Favor confirmem-me a vossa presença por aqui ou para este mail : domitor@portugalmail.pt
A sessão de apresentação decorrerá em Lisboa no Auditório do Campo Grande, 56.
No dia 4 de Outubro pelas 16h
O site oficial do livro:
http://www.quimerasdesconcertantes.bravehost.com

Não deixes de vir. Espero pela tua energia depois de tanta ter-te oferecido nestes meses
A tua presença... mais do que uma honra...será um enorme prazer.
Aguardo uma resposta tua (Afirmativa) de confirmação ;).
Abraço e Bjs
Paulo Alexandre Gil (Alexander The Poet)
tcla
 
Sep 21 8:30 AM
 
MENTE SUBORDINADA

Caio nas asas de um anjo
Nobre prazer que te leva à loucura
Perdes-te sem saber falar
Vida escrava num largo altar

Sinto o mar e o vento sãos
Velha companhia que se sente
Ou então alma fria que se desprende
Cega e atinge algo que não se compreende

Perco a corrente e vejo-te longe
Traço contínuo de um leve suspiro
Persegues todo o meu ser
Ou então moldas-te para não ver

Solto as asas de uma lógica razão
Doce confusão que te esconde o olhar
Pressentes o meu corpo por perto
Levo-te para um mundo como que deserto

Rio-me do medo e procuro algo em ti
Nuvens que se apagam e enlouquecem
Dúvidas de um sonho realizado
Sentimento ambíguo nunca ultrapassado

Volto e revejo-me a meditar
Turvas imagens que se espalham
Faz-te útil e torna-te alguém
Ternura de um mirar de um ser de ninguém.
 
Sep 21 8:29 AM
 
MOLDA-TE

Longe tempo, vida volta e trespassa
Estica a mentira, padece e vai tecer
Volta o risco, largo feitiço que esvoaça
Queima injúrias, raras cinzas perder
Molda-se a chama, o corpo abraçar
Pintura sincera, cargo trabalhoso cegar

Corre sangue, animal sentido caça
Pensa dor, veneno doce a correr
Senta-se o medo, velha cruz ultrapassa
Estátua ambígua, falsidades escurecer
Sonho de nós, uns sorrisos, pensa acalmar
Nudez vaga e sólida, só escondido olhar

Pérola de chumbo, entra, sai, escorraça
Parte e rompe a visão, tem de temer
De neófito voz, chama crua e amassa
Esconderijo solta e abre, traz para ver
Confiança diminuta, cérebro fraco bloquear
Escrita personalizada, poeta triste atrasar
 
Sep 7 1:15 PM
 
Numa beleza silenciada
de vermelho e outras cores
bem pintada
e preenchida de tantos outros valores.

Decorada com uma canção
que me fala encantada
em ti, em filmes de paixão
onde te vi, em passos fugida.

Entrando num café
vejo-te levar à mão a cadeira
uma água e uma chávena de fé
e eu certo que és verdadeira.

Sou envergonhado
em emoção que tarda em falar
vejo mais pessoas ao lado
que não te elogiam com o olhar.

Como consegues passar
despercebida andando na rua
se sem ti não nasce luar
nem a beleza quando estás nua.
 
Aug 27 11:35 AM
 
Inicio


Choveram línguas de fogo
E olhos - asteróides
Em sentimentos – vácuos
Em solidão – carvão
Os astros andavam loucos
Quiseram sentir o chão

Metais buscaram-me o centro
A gravidade nas mãos
Nas mãos que ainda eram átomos
Abraços em colisão
Cuspiram vapor e cinzas
E magma por entre os lábios

A paixão ficou um barco
Que o amor exclamou ao céu
O gelo ficou seda fresca
Em rios que verteram das mãos
E árvores dançaram ao sol
E animais latiram na chuva

Por entre a água e o lodo
Fui célula e antevisão
Rompendo na matéria de tudo
Em idioma de fogo
Verbo em fermentação.


manuel feliciano
 
Aug 27 11:34 AM
 
Ecoam-me Outonos
E folhas amarelas
E luas donzelas
Que me ateiam o fogo

E animais de fumo
Cavalgam sem rumo
No ventre da chuva
Esventram-me o céu
De incenso e mirra

E há vozes acesas
Nas rugas das folhas
Que ainda estão verdes
E sabem a frutos

E beijos esquartejados
No chão semeados
Sangrando ternura

E rastos de aves
No céu afogadas
Que seguem o sol
Até ao suicídio

Renascem do nada
Na aguarela das cores
Em morte transmutada
Renovação de tudo.



manuel feliciano
 
Aug 27 11:32 AM
 
SOU AQUILO QUE ME DEIXARES SER...
 
Aug 27 11:32 AM
 
Alegoria da infância



Ontem…
Eu era criança e brincava na areia
Cada grão era a metamorfose que sonhava
Grãos em barcos
Grãos em casas
Grãos em homens
Que buscavam a forma nos meus dedos
As tropas da Nato não invadiram nossos corpos
E na violência dos beijos
Gritaram-nos a Primavera de Praga
Homens de fato e gravata
Ainda só eram marionetas ao acaso
Hoje…
Percorro as casas brancas da cidade
Corpos esventram varandas e o Tejo sangra
Olham-me homens sem olhos lá de cima
Como se tivessem esquartejado beijos
Dois velhos numa taberna fumam-me num cigarro
Tomo um cacilheiro com náuseas e pele cansada
Ressuscito das águas cadáveres em forma de gaivotas
Judeus em câmaras de gás pedem-me a boca
Meus olhos – acendem-se em candeeiros – até ao limite
Em que busco a eternidade em olhos de crianças.



manuel feliciano
 
Aug 27 11:31 AM
 
Hoje subi
Pelas escadas do vento
Degrau em degrau
Nuvem por nuvem
Agarrado ao sol
Agarrado à chuva
Como se um Deus me esperasse
Em cima de tudo
Hoje morri
Nesta terra ferida
Em fragas de neve
Em rostos ausentes
Sem um Deus me olhando
Hoje…
Só sonho
Meu único Deus
Com que desço as escadas
E desobstruo varizes
E recomponho caminhos
Hoje só eu
Afogado em quimeras!
Subindo escadas
Sem nunca ter subido.



manuel feliciano
 
Aug 27 11:30 AM
 
Memória


Deixa-me ser barco
Em teu cais memória
Semear-te o milho
Em terra queimada

Golpear-te o silêncio
Sem sangue escorrendo
E na almofada da água
Entregar-te meu colo

Em novelos de sol
Embriagar-te os lábios
Em teus braços ser Fénix
E a alvorada nos olhos

Deixa-me ser lume
Ardendo nos teus dedos
Nas lágrimas o perfume
A luz nos teus cabelos

Deixa-me ser-te...
Refluxo de sangue
Fotografia não estática
Terra húmida - não seca.



manuel feliciano
 
Aug 27 11:29 AM
 
À mãe Rosa





És a casa cheia de sol
A escorrer
Nos ninhos sobre os beirais
O refugio das dores
As flores sobre o altar
Onde medito teu nome de Rosa
Como se um Deus se abra em teu leito
Para te celebrar
És a origem da terra
Só há terra porque és mãe
Sem ti a montanha não se erigia aos céus
E os oceanos morrer-te-iam no colo
Porque tu és todas as coisas enlaçadas
Coisas que só existem porque tu és
Parte de mim
Origem de todas as coisas.



manuel feliciano
 
Aug 27 11:28 AM
 
PAZ


Atravessou o fogo
Ao cântico das balas
Por cima de estilhaços
Oferendou os pés
Corroeu alvéolos
Em bocas sem verdade
Nas artérias da ira
Coagulou o sangue
Sobre as ferragens do ódio
Invertebrou os homens
Que morreram
Sem estatística nem história
E numa mesa pequena sentou-se
Quase ninguém a esperava
Desmantelou a chuva estéril das balas
Que choviam sobre os pratos
Não cumprimentou heróis de guerra
Acendeu a vela na escuridão das bocas
Fez-se mel a escorrer pelo barro das gargantas!



manuel feliciano
 
Aug 27 11:27 AM
 
Fora de nós mesmos



Sentemo-nos nos calhaus da tristeza
Sem folhas secas nos olhos
E espigas cortadas nos dedos
Beijemos a ferida como se fosse a rosa
Que os nossos sentimentos pastem
Como cordeiros fora de nós mesmos
Quando nas ruas de Jerusalém o sol desmaie
Olhemos para trás sem o depois
Descabelando nossas mãos ao sol
Sem pontos de interrogação desfigurando
Faces de homens visivelmente alegres
Que um rio de pedra ainda verta água
Nas vértebras do silêncio que nos deram
Que a pedra seja carne correndo na fonte
Que o ópio alimente barcos vergados de carga
E se primaveras morrerem em nossas pálpebras
Pensemos sem dor que somos de algum berço.


manuel feliciano
 
Aug 27 11:25 AM
 
Actriz



À luz dos holofotes
Desinflamou a ira
Descongelou os versos
Carnificou a pedra
E palavras de outras bocas
Molharam-se-lhe na língua
Em combustão
E a soro
Que quase pareciam suas
Solvendo-se-lhe nas pálpebras
E à luz quase quebrada
Irromperam-se as palmas
O seu corpo ficou estaleiro
Sem um único tijolo
E os verbos filoxera
Pregados entre tábuas!


manuel felicano
 
Aug 27 11:24 AM
 
Torre de Babel



Subiram pelas escadas
Invadiram as salas
Desabotoaram gavetas
Partiram as jarras
No centro das bocas
Sentaram-se sem licença
Escoaram-nos a alegria
No calor das chávenas
E nas águas furtadas
Dos braços sem voz
Furtaram-nos quadros
De beijos afogados
No azul dos olhos
Pisaram-nos o céu
Deitaram água ao amor
Mas Deus não morreu
Amarrou-lhes a língua!
 
Aug 27 11:21 AM
 
http://www.espacioblog.com/gloria-davila/categoria/el-poeta-manuel-luis-feliciano-desde-lisboa-portugal


http://muraldosescritores.ning.com/profile/ManuelLuispereiraFeliciano
 
Aug 27 11:19 AM
 
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